arfreitasprod@gmail.com

English

Arnaldo Rosa de Freitas nasceu a 18 de Julho de 1951, na Camacha, uma freguesia com fortes tradições musicais no folclore madeirense.

 

Desde cedo, acompanhou os seus familiares (pai e irmãos) nos meandros da música.

 

Aos 7 anos começou por tocar rajão acompanhando o seu pai, José de Freitas, o “Mestre José da Rabeca”, conhecido na Camacha por ser tocador da rabeca (espécie de violino de timbre mais baixo) em visitas do Divino Espírito Santo (acompanhando as saloias, no período da Páscoa), excursões e festas familiares.

 

Aos 8 anos integrou, o Grupo Folclórico da Boa Vista, no Funchal (fundado pelo Sr. Aurélio Martins), onde teve os primeiros contactos com violas e acordeão.

 

Durante o ensino liceal no Colégio Salesiano de Artes e Ofícios, em 1967, e já com 16 anos participou na criação do Conjunto “Juventude Académica” com os colegas José Alberto Pereira, João Macedo, Rui Alberto e Moreira. Mais tarde integraram António Barbosa e José Luís Sousa. Este grupo era dinamizado pelo Padre Rosa.

O conjunto teve alguma projecção a nível regional. O repertório consistia de temas originais e grandes êxitos de outros artistas. Participavam em missas, quermesses, arraiais, bailes de carnaval, festas em salões paroquiais em diversas freguesias da ilha, récitas nos Colégios de Santa Teresinha e do Infante (Monte), Teatro Municipal Baltazar Dias e Casino da Madeira. Este conjunto rivalizava com outros conjuntos da época como os “Baitas”, “os Sonnes” e os “Dolmans”.

 

 

Conjunto Juventude Académica – da esquerda para a direita (Arnaldo Freitas, João Macedo, Moreira, José Alberto Pereira e Rui Alberto)

 

Paralelamente, desenvolvia o seu gosto pelo acordeão e, aos 17 anos, em 1968,  adquiriu o seu próprio Acordeão Scandalli, com algum dinheiro recebido das excursões à volta da Ilha (180$00) e das viagens ao Porto Santo e Paúl do Mar (300$00).

 

Já no Liceu Jaime Moniz, no 6º e 7º anos, entre 1970 e 1972,  integrou um dos conjuntos do Liceu chamado “Conjunto Contacto” da qual também faziam parte: Pimenta, Duarte Vasconcelos e Danilo Reis. Aí tocava viola-baixo. O outro conjunto do Liceu intitulava-se “Conjunto Habitat”. Estes conjuntos musicais e o orfeão do Liceu eram dinamizados pelo Padre Sumares.

O Conjunto Contacto teve exibições no Liceu de Jaime Moniz, hotéis madeirenses, restaurante Jardim do Sol e em festas particulares.

 

 

Conjunto Contacto – 1970

Da esquerda para a direita ( Pimenta, Duarte Vasconcelos, Arnaldo Freitas e Danilo Reis)

 

Em simultâneo, pertencia ao Grupo Folclórico do Liceu Jaime Moniz, como acordionista (1970-1972).

 

Integrou também o Grupo Folclórico do Funchal (sob orientação do Sr. Luís Francisco Nóbrega, grande dinamizador do folclore madeirense) com exibições a bordo dos barcos de cruzeiro, arraiais e hotéis da Madeira, com deslocações a Londres (1972) e a Lisboa (1973) para participação no programa das Marchas dos Santos Populares. Participou na gravação de 8 temas editados pelo Grupo.

 

Em 1985, pertenceu ao grupo da Azinhaga-Álamos, tocando viola-baixo.

 

Nos últimos anos, a sua vida musical consiste na participação em festas particulares de amigos e familiares.

 

Profissionalmente, é bancário desde 1980.

 

 

 

 

 A R Freitas Produções

arfreitasprod@gmail.com

management@carinafreitas.com
 

www.carinafreitas.com

© 2006